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segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

Ovos Verdes e Presunto - Uma aventura divertida para toda família

janeiro 10, 2022 0


Título:
Ovos verdes e Presunto

Ano: 2019

Gênero: Animação

Episódios: 13

Sinopse: Eles não podiam ser mais diferentes, mas embarcam juntos numa viagem em que descobrem o valor da amizade e um prato de dar água na boca.


Um cara rabugento (João Sei Não) perde todas as esperanças depois de uma serie de falhas em seus inventos, sem rumo vai até um restaurante (Donna`s Diner) onde conhece um ser carismático e Extremamente Feliz (Romeu Sou Eu), depois de varias confusões eles trocam de mala, a de João está cheia de restos do seu ultimo invento mas a de Romeu...

O que achei

Essa serie é simplesmente incrível a qualidade é muito boa as vozes dos atores combinaram perfeitamente com seus personagens, não é aquela dublagem mal feita, os efeitos sonoros muito bons, animação bonita e limpa, uma coisa que quero ressaltar é que esse é um tipo de série/animação rara de se ter pois a maioria dos episódios das outras series são um episodio aleatório, por exemplo, um é de dinossauros e no próximo de robô, Essa serie não! um episodio complementa o outro, a continuação é uma aventura! É divertido ter uma serie assim porque ele transmite a emoção de ´´Nossa oque será que vai acontecer?`` ela é como um filme dividido em partes de 20 minutos.


Realmente uma serie muito bem trabalhada bonita de se ver, mesmo o estilo de enredo já ter sido explorado em outras produções, mas essa é diferente, ela se destaca, é muito boa para assistir com crianças, adultos, e etc.

By Guilherme

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quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Pássaro do Oriente - Um suspense intrigante em Tóquio

janeiro 05, 2022 0

Título: Pássaro do Oriente

Ano: 2019

País: EUA

Duração: 107 min

Gênero: Suspense/Romance

Diretor: Wash Westmoreland

Elenco: Alicia Vikander, Riley Keough, Naoki Kobayashi, Jack Huston, Kiki Sukezane, Yoshiko Sakuma, Ken Yamamura, Kazuhiro Muroyama, Akiko Iwase, Cristal Kay

Sinopse: Na Tóquio dos anos 80, uma estrangeira misteriosa é suspeita de assassinar uma amiga, desaparecida após as duas se envolverem em um triângulo misterioso.

Onde assistir: Netflix

Olá caros leitores do blog, um ótimo ano novo para todos, de muitos filmes e séries para nós 😊 rs. Após assistir muitos filmes, me senti motivado de resenhar esse para vocês. Um filme que está na minha lista da Netflix desde que lançou praticamente, mas sempre fui adiando e nunca assistia, já que nunca via ninguém indicando ou comentando sobre ele, apesar da sua sinopse por si só ser bem chamativa. Lembrando que o filme é uma adaptação do livro "Delito sem Provas", da autora Susanna Jones. 

Resolvi assistir e achei um ótimo filme, e por isso vim indicar ele para vocês. Logo no início somos apresentados à protagonista Lucy Fly (Alicia Vikander/Ex_Machina: Instinto Artifiical), uma sueca que vive em Tóquio, aonde trabalha como tradutora. Num dia em um karaokê, junto ao seu amigo Bob (Jack Huston/Ben-Hur) ela conhece a bela Lily (Riley Keough/O Chalé). Elas logo fazem uma amizade, começam a sair pela cidade, dormem uma na casa da outra, e coisas do tipo. Nesse meio tempo Lucy também acaba conhecendo Teiji (Naoki Kobayashi/ na vida real membro da banda de J-Pop Sandaime J Soul Brothers).


Lucy se apaixona rapidamente por Teiji, que tem uma curiosa e estranha mania de tirar várias fotos da garota, sem nunca dizer o motivo disso. Lily vai se aproximando cada vez mais de ambos, o que cria situações de ciúmes e até mesmo atração por parte de Lucy. O interessante é que esse filme mistura elementos como suspense, romance e até um pouco de drama, com uma história que nos prende e nos deixa curioso até o último minuto de projeção, para saber o que vai acontecer. 


Também achei legal a mistura do elenco hollywoodiano com atores japoneses, teve uma boa sincronia entre os atores. Outro ponto a se destacar foram as belas paisagens do Japão, nas cenas externas você se sente na cidade, muito bonito mesmo. O filme nos surpreende com alguns plot twists (reviravoltas na trama) e nos entrega um final satisfatório. Então é isso, espero que gostem da dica da vez! 😉


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quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

Klaus - Um filme para recordar

dezembro 15, 2021 2

Olá amigos leitores do De olho no assunto tudo bem?
Este é meu primeiro post aqui no blog então deixa eu me apresentar...
Eu sou o Guilherme, Gui para os íntimos rsrs, tenho 10 anos e fui convidado pela minha mãe a falar um pouco sobre um filme que eu adoro!



Título: Klaus
Gênero: Animação
Direção: Sérgio Pablos 
País de origem: Espanha
Ano: 2019
Duração: 1h 37m
 

Sobre o filme 

Rico e esnobe ( Jesper Johansson ) é extremamente preguiçoso e não liga para nada, seu pai não gosta muito da ideia e como castigo ele torna Jesper um carteiro, porém ele  é o pior da academia  e o mais mimado, dessa forma para tentar ensinar um  lição ao filho o pai de Jesper o obriga a criar uma filial dos correios em Smeerensburg, uma cidade estranha e perigosa que fica em uma ilha distante, sua jornada até a ilha é longa e extremamente estressante para Jesper, após chegar ao local ele fica pasmo com aquela ilha triste e logo percebe que o povo que mora lá não é muito "amigável".

 

O que eu achei

Um ponto que quero ressaltar é como a animação é incrível! 
Esta é uma uma produção que parece realizar uma mistura de 2D com 3D mesmo sabendo que muitos filmes já haviam desistido de fazer esse tipo de projeto pois era arriscado de mais, Klaus ousou  nessa animação e deu super certo.
Ele foi indicado ao Oscar e uma das qualidades apontadas foi justamente o quesito animação, além disso a narrativa e incrível, os personagens tem potencial para serem explorados e a tradução de inglês para português esteve sensacional, assim como toda parte de efeitos sonoros.
Para mim esse filme foi muito bem trabalhado, dá pra ver que os produtores se empenharam e botaram coração nessa produção, porém enquanto assisti percebi uma coisa estranha... Uma cena em que o carteiro abre a porta, nela podemos perceber que há uma criança na porta e mesmo assim a porta é aberta, como assim? 



Esse filme tem milhões de mensagens importantes como respeitar uns aos outros, a influência dos pais no nosso desenvolvimento, entre muitas outras que vale a pena observar.
E a pergunta que não quer calar, é bom? A resposta é claro! 
Esse filme foi indicado ao Oscar por uma razão por ser incrível em todos os aspectos como tinha dito animação, áudio, roteiro, narrativa tudo 10/10  e eu recomendo, é um filme para assistir só ou em família ele é muito bom!

E você o que achou desse filmaço? Me conte nos comentários vou adorar saber.

By Guilherme 
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quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Round 6 - Uma visão além do entretenimento

outubro 14, 2021 0

 Eu sempre busco falar aqui no blog sobre a profundidade das produções coreanas...

Olá meu povo ceis tão baum?!

Hoje nós vamos falar sobre Squid Game ou Round 6 uma série coreana  que bombou desde seu lançamento.

Ela foi e continua sendo alvo de várias notícias diariamente desde então.




Título: Squid Game 
Ano: 2021
País: Coreia do Sul
Episódios: 9
Temporada: 1
Gênero: Drama/ Thriller
Criador: Hwang Dong-hyuk
Elenco: Lee Jung-jae,Park Hae-soo,Wi Ha-jun
Sinopse: Centenas de jogadores falidos aceitam um estranho convite para um jogo de sobrevivência. Um prêmio milionário aguarda, mas as apostas são altas e mortais.


Eu pensei bastante antes de me propor a escrever este post, primeiro porque já tem uma galera postando conteúdo sobre, segundo porque já existem milhares de teorias a respeito da série, então confesso que fiquei desmotivada a escrever, porém em meio a esse turbilhão de acontecimentos um especificamente me chamou  atenção e é sobre ele que iremos falar agora.

*Eu nunca trouxe essa abordagem para o blog e pra quem não sabe eu me  formei terapeuta complementar e sigo fazendo meu curso de psicanálise feliz da vida, então minha análise hoje vai ser diferente do que costuma ser.



A série

Que eu sou apaixonada por conteúdo coreano quem me acompanha aqui sabe e não é segredo para ninguém, e é fato que pouco a pouco eles vem conquistando um grande público pela qualidade de seus trabalhos.
Round 6 é uma série muito bem construída e na minha opinião atinge a dois tipos de público, o primeiro é aquele que faz viralizar conceitos bobinhos e que de fato vão se apegar apenas ao conteúdo literal da série, enquanto o outro público vai observar cada representação de cada elemento e compreender que Round 6 não é uma simples série de entretenimento e sim uma chamada a consciência sobre fatos que são REAIS na construção da nossa sociedade.




ATENÇÃO CONTÉM SPOILER 

A série em si traz uma premissa despretensiosa e isso fica evidente desde o primeiro episódio, mas se engana quem pensa que vai se manter assim até o fim.
O contexto no qual a série se desenvolve é extremamente aplicável a nossa vida diária.
A análise começa a partir da escolha dos participantes do grupo, já parou para pensar porque escolheram os endividados?
Todos são convidados a jogar um jogo, e a partir dai se estabelece o mistério sobre quais seriam os jogos, mas olhando a grosso modo faria mesmo diferença saber quais seriam?
Batatinha frita 1,2,3 um joguinho de criança...
Será se você passaria dessa primeira fase?
Além de nos envolver numa esfera infantil onde a pureza ainda se encontra viva dentro de nós esse episódio me fez pensar em como o ser humano tem dificuldade em prestar atenção e a seguir regras, dificuldade em ouvir para depois agir.




Outro ponto a ser levado em conta é que os participantes tinham  o poder da escolha.
Cada brincadeira a seguir colocava em questão atitudes éticas e morais de cada indivíduo, e tudo isso foi explorado profundamente a cada episódio.
Questões como a exclusão de mulheres e idosos, o uso do sexo e mentiras para obter benefícios próprios,  o exercício do poder da classe alta sobre a massa, a impressão igualitária que muitas vezes nos é imposta apenas em teoria, e tantos outros pontos que eu poderia falar aqui por horas.

Tudo isso abordado ludicamente em uma série perfeitamente elaborada para despertar a reflexão de que nós somos os jogadores, infelizmente quase ninguém percebeu isso.

Então aquela reflexão profunda sobre pensamentos e comportamentos que poderiam libertar a grande massa se resumiu a memes, reprodução de alguns jogos e a crítica sobre a série usar brincadeiras de criança em um contexto como esse...

*Essa questão sobre a crítica com relação a brincadeiras de  crianças na série eu vou aprofundar no meu outro blog confere lá  

O que me leva a crer que existe um esforço gigantesco da nossa parte em não olhar pra coisas importantes mesmo quando são trazidas de maneira tão simples como uma sopinha de neném.
Acho muito importante pensarmos que o cinema e as artes são justamente a expressão de um inconsciente coletivo o qual não devemos ignorar.
É obvio que compreender a proposta da série talvez não cause uma grande revolução, mas pelo menos tiraria uma trava gigantesca dos nossos olhos, grande parte das produções coreanas trazem essa concepção, um pensamento inteligente inserido na arte.
Infelizmente isso ainda passa batido.



Em termos gerais Round 6 é uma produção completa e bem estruturada, promove reflexões e atende a diversos públicos, é extremista na medida certa para causar impacto, sútil a ponto de encher de mensagens subliminares cada parte de sua composição, grotesca a ponto de criar uma dose de desconforto e artística para que a gente compreenda que a arte também faz parte do cotidiano.
Round 6 traz um apunhado de práticas humanas que a gente finge não ver mas que estão ai acontecendo de maneira escancarada sem causar incomodo algum em absolutamente ninguém.

PS: Com a repercussão que ela causou as discussões deveriam estar sendo outras, não é que devamos problematizar tudo, mas quando um banquete desses é servido é hora de começar a analisar... 

E você o que achou da série, deixe ai nos comentários vou adorar saber.

Batatinha frita 1,2,3















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segunda-feira, 11 de outubro de 2021

Missa da meia noite: Mais uma obra excepcional do grande Mike Flanagan

outubro 11, 2021 0
Oie meu povo tá tudo certinho?!

Não, hoje nós não vamos falar de Round 6 (por enquanto) rsrs.
A indicação que eu trago para vocês é mais uma preciosidade do Flanagan, o mesmo autor de A maldição da residência Hill, o mesmo autor  de A maldição da mansão Bly e uma grande aposta da Netflix que tá dando muito certo, então simbora.



Titulo original: Midnight Mass
Lançamento: Setembro de 2021
Episódios: 7
Elenco: Kate Siegel,Zach Gilford,Hamish Linklater
Direção: Mike Flanagan
Disponível em: Netflix
Sinopse: A chegada de um jovem sacerdote carismático traz milagres, mistérios e um fervor religioso renovado a uma cidade moribunda e desesperada por fé.

A série

A série apresenta Riley Flynn um jovem rapaz que acaba preso por atropelar uma pessoa por conta de seu problema alcoólico, após cumprir sua pena ele volta a pequena ilha Crockett e reencontra Erin Greene uma "amiga" de infância com quem ele desabafa e faz reflexões profundas sobre sua própria vida e a ideia do que seria de fato a morte.
Ainda neste contexto padre Paul Hill assume a pequena igreja San Patrick prometendo a restauração do lugar.



Porque é boa?

Dizer que Mike Flanagan é um gênio da atualidade não é novidade para ninguém, suas produções são tão minimamente artísticas que qualquer elogio seria o mínimo.
Não, Missa da meia noite não é uma continuação de residência Bly ou Hill, mas é tão perfeita quanto.
Antes de assistir de fato essa série li muitas críticas ruins relacionadas a ela, mas mais uma vez me parece que essas críticas vem de uma geração miojo que não tem mais paciência para compreender e se aprofundar em nada.
Isso realmente me deixa pistola.
Mas voltando ao que interessa...
Se as premissas anteriores foram extremamente válidas e aceitas imagina a alegria que eu senti em ver Flanagan tão meticulosamente criticar o fanatismo religioso (meio que eu conheço muito bem diga-se de passagem).


E não bastasse toda clareza com que esses excessos são expostos vemos ainda uma nova concepção sobre espiritualidade que a cada dia ganha mais força entre os adeptos da Nova Era, a era de aquário.
Para deixar ainda mais familiar aos devotos Flanagan se preocupa em nomear cada episódio com nomes conhecidos como Provérbios, Atos e Apocalipse, claro que quem conhece bem as escrituras  consegue prever o que virá a seguir.
Ao mesmo tempo em que a série proporciona reflexões profundas sobre a espiritualidade do ser, ela também traz o terror daquele jeitinho que só o Flanagan sabe fazer.
Além de um roteiro impecável as atuações são outro ponto muito positivo nesta produção, poderia falar aqui de diversos atores e atrizes que entraram em simbiose perfeita  com seus personagens, mas quero apontar uma personagem em especial que realmente me causou extremo desconforto, adivinha quem é?



Bev Keane ela mesma.

Alerta spoiler

Inclusive uma das cenas que não saem da minha mente é justamente a cena onde Bev e Annie Flynn conversam após aquele massacre surreal que acontece na igreja e Annie questiona a fanática sobre porque ela se sentia tão incomodada por Deus amar a todos e ela não ser a preferida Dele, cara nesse dialogo Flanagan me representou muito, acho que na verdade esse é o questionamento que todo mundo que não está inserido no contexto religioso gostaria de fazer.
Além é claro de tantos outros diálogos reflexivos que renderiam vários outros posts aqui no blog. 

Fanatismo tem, manipulação tem, pessoas vendendo sua alma ao diabo por milagres tem também, e por fim um padre que foi privado de sua vida por votos religiosos e percebeu que não valia a pena tem.

Eu amei com força essa série, especialmente por compreender bem a ideia que Mike Flanagan quis expressar através do enredo, e claro super recomendo.

Se você gostou deixa ai nos comentários vou adorar saber.




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domingo, 19 de setembro de 2021

O Mandaloriano - Seu primeiro passo no Universo Star Wars

setembro 19, 2021 0
Título: The Mandalorian - O Mandaloriano
Ano: 2019
Gênero: Ficção Científica, Fantasia, Ação, Aventura.
Elenco: Pedro Pascal, Gina Carano, Giancarlo Esposito, Carl Weathers
Episódios: 16
Disney+
Sinopse: A saga de um guerreiro solitário, que também é um mercenário e pistoleiro, viajando pelos territórios esquecidos e marginais do espaço, logo após a queda do Império e antes da criação da temida Primeira Ordem.


Para os fãs de Star Wars essa série dispensa apresentações, além de ter sido muito bem recebida pelos fãs, ela vem fazendo sucesso também entre as pessoas que nunca assistiu um filme se quer da saga Star Wars. Isso por que a série não pega nenhum gancho direto de algum filme, ela tem sua própria história, ou seja, se você é uma dessas pessoas que nunca viu um filme de Star Wars pode ficar tranquilo pois conseguirá entender facilmente a trama. Claro que quem já acompanha o Universo Star Wars sente uma familiaridade já de cara com a série, com os alienígenas, viagens entre planetas, as batalhas, localização do tempo que se passa a série (em questão dos filmes) e etc. Mas como já disse, isso não vai atrapalhar você de apreciar a série, o próprio protagonista Din Djarin (O Mandaloriano) nunca apareceu em nenhum filme Star Wars, portanto, relaxa, pois O Mandaloriano pode ser seu primeiro passo no Universo Star Wars e quem sabe o incentivo para você conhecer mais desse Universo que tem milhões de fãs.


Na série você acompanhará Din Djarin, um Mandaloriano e caçador de recompensas, ele anda solitário pelas galáxias fazendo o tipo de trabalho que ninguém quer fazer. Tudo segue normalmente, faz o trabalho, recebe a recompensa e vida que segue, mas isso muda quando ele recebe um missão especial, entregar uma criança ao que restou do Império (os caras maus). Ele até cumpre a missão mas algo o diz que aquilo não está certo e então ele resgata a criança de volta e passa a cuidar dela. Mas como um mercenário cuida de uma criança? O que fazer com ela? A quem entregar?


Bom, as respostas você só terá assistindo. Só cuidado para não se apaixonar pela criança, o Baby Yoda como foi chamado pelos fãs, pois sem duvida a criaturinha é uma fofura que não tem tamanho, literalmente.

Um dos pontos positivos da série que merece ser destacado é seu dinamismo, todo episódio é muito ''movimentado'', sempre esta acontecendo algo, e assim você não sente em nenhum momento aquela coisa parada, é sério não tem nenhum episódio parado, chato, só enrolação. A vida do Mandaloriano já era agitada devido seu trabalho, e agora com outros caçadores atrás da criança a situação fica ainda mais tensa, então se prepare pois terá bastante conflito, tiro, porrada e bomba.
E é isso galera, partiu assistir O Mandaloriano pois você está perdendo uma série e tanto, pode confiar, valeu e até mais.
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sexta-feira, 2 de julho de 2021

Loucos um pelo outro | Oh Yeon Soo está de volta, para alegria dos fãs de Uma Odisseia coreana!

julho 02, 2021 2
Annyeong 😍, 

Que saudade do ceis sô! Como vocês estão?

Prontos para a resenha de hoje ? Então bora lá.


Titulo original: Loucos um pelo outro 
Ano de lançamento: 2021
Episódios:13
Duração: 30 a 40 minutos
Criação: Lee Tae-kon,A Gyeong
Elenco: Jung Woo,Oh Yeon-seo,Baik Ji-won
Gênero: Romance, Comédia romântica

Falando sobre 

Lee Min Kyung e Noh Hwi Oh tem algo em comum, ambos sofrem  transtornos psicológicos causados por situações traumáticas, mas as coincidências não param por ai, eles moram no mesmo prédio, tem consultas periódicas com a mesma psiquiatra, e depois de se conhecerem passam a ser gatilho de crises um do outro, será apenas coincidência ou coisa do destino?
 

Como a gente bem sabe né a diferença entre o remédio e o veneno é a dose... Isso reflete exatamente a relação desses dois, que durante a trama passam a ter uma relação muito interessante e divertida, prepare-se para rir, chorar e se emocionar.


Sabe aqueles K-dramas com episódios curtinhos que a gente adora? Loucos um pelo outro é exatamente este tipo de dorama.
Com episódios dinâmicos a trama nos envolve e quase mata de curiosidade, além de nos tirar boas gargalhadas.
Confesso que adorei ver Oh Yeon-seo voltando a atuar depois de Uma odisseia coreana, com um estilo mais desconectado e abordando questões realmente profundas, falando nisso uma das coisas que mais admiro nas criações coreanas é a sensibilidade com a qual produzem seus filmes e doramas, principalmente quando se propõem a  abordar temas tão delicados quanto os que foram tratados nessa série.


Os acontecimentos que envolvem Lee Min Kyung e Noh Hwi Oh são transmitidos sob a perspectiva de quem realmente sofre com os transtornos em questão, me fazendo lembrar do drama Tudo bem não ser normal, achei essa abordagem interessante, pois como disse anteriormente usam de sensibilidade e doses de humor para fazer apontamentos sobre questões reais e corriqueiras na vida de muitas pessoas pelo mundo todo.
Outro ponto que preciso ressaltar é o respeito com o qual retratam os traumas vivenciados pelos personagens, assim como os transtornos representados.
No mais vejo aqui uma história bem construída, divertidíssima, inteligente que proporciona reflexões e nos conquista desde o primeiro episódio.
Mas obviamente por todas as questões que citei  este dorama não é qualquer dorama, nem poderia ser encarado como tal, Loucos um pelo outro é um k-drama que merece ser visto com carinho e atenção a todos os detalhes e mensagens que decide transmitir ao seu telespectador e acredite são inúmeras.

De verdade super recomendo!



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