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segunda-feira, 16 de novembro de 2020

O sono da morte | Você está pronto pra isso (Análise com spoiler)

novembro 16, 2020 0
Olá você que dorme tarde porque fica enriquecendo a dona do Tudun, cês estão bonzinho!?

Hoje nós vamos falar sobre mais uma estreia da Netflix "O sono da morte" de Mike Flanagan, e já te adianto que me levanto em defesa do Flanagan porque o pessoal tem pegado pesado com o cara.
Então simbora.



Título: O Sono da Morte
Formato: Filme
Ano produção: 2016
Duração: 1h 37m 
Dirigido por: Mike Flanagan
Gênero: Terror
Elenco: Kate Bosworth, Thomas Jane, Jacob Tremblay, Annabeth Gish, Dash Mihok, Kyla Deaver
Sinopse: Jessie (Kate Bosworth) e Mark (Thomas Jane) Hobson adotam uma criança chamada Cody (Jacob Tremblay) após a morte de seu filho Sean. Algum tempo depois eles descobrem que os sonhos de Cody podem se tornar realidade, mas seus pesadelos são mortais.


O filme

O casal Jessie e Mark ainda vivem o luto pela perda de seu único filho, luto esse que ganha força quando percebem que não poderiam ter outro filho pro vias normais, recorrem a terapia em grupo e buscam por uma nova solução que os auxilie a curar essa dor, a adoção.
Do outro lado vemos Cody uma criança de 8 anos que vem passando por diversos lares adotivos sem sucesso depois da morte da mãe, e que agora é encaminhado mais uma vez a uma nova família quer terror maior que esse?



Crítica

Gente vamos lá...
Como você encara o terror? O que é o medo pra você?
Preciso sugerir que você pense sobre isso porque acho que perdemos um pouco a sensibilidade sobre esse assunto.
Eu sempre procuro ler algumas críticas antes e depois de ver os filmes (simplesmente porque sim), e tenho me deparado com comentários completamente descontextualizadas dizendo que mais uma vez Flanagan errou a mão na produção de seus filmes e por conta disso acabam desprestigiando o trabalho que ele tem apresentado.




Penso que ao contrário da grande massa, Flanagan tem um jeito peculiar de ler o medo e por isso é tão incompreendido, ele não está tão preocupado em seguir o clichê mas sim em espelhar a alma humana  trazendo a tona medos que são corriqueiros como o medo da morte, medo da nossa própria sombra animalesca, medo da solidão, entre outras palavras ele parece querer representar um medo real sobre coisas reais.




Neste filme vemos duas situações sendo exploradas,  a de Jessie e a de Cody.
Jessie que vive o luto pela morte de seu filho (detalhe morte acidental), que desperta nela o medo de que o mesmo aconteça ao Cody, mas paralelamente seu desespero a leva a "usar" Cody para rever seu filho porque a falsa sensação de realidade a conforta, dá pra perceber a quantidade de fantasmas que a assombra.
Em contrapartida vemos Cody uma criança inocente que perde sua mãe para o câncer e cria em sua mente um monstro porque ainda não estava pronto pra lidar com a realidade dura da perda.
Quer viver um filme de terror pior que esse?



O que acontece é que nós estamos em busca do terror externo porque não estamos sendo capazes de lidar com o nosso próprio filme de terror interno, esse filme que a gente passa a vida toda ignorando, então quando vemos uma produção que nos confronta o classificamos como não tão bom, afinal inconscientemente esses medos já fazem parte de nós.
Por esse motivo acho genial a forma de representar o medo que Flanagan transmite na minha opinião é necessário muita sensibilidade para produzir algo assim.

Mas claro este não é o único motivo que me encanta nos filmes do cara...
Adoro os fantasmas escondidos, a fotografia, a mise en scene e desculpe todo o resto também.
Isso não quer dizer que foi tudo perfeito, porque não foi, mas isso se refere aos detalhes técnicos que na maioria das vezes são imperceptíveis aos leigos.

O sono da morte é um bom filme e se você assistir  com carinho pode descobrir muito sobre você mesmo.

PS: Antes que eu me esqueça uma das vitimas dos sonhos de Cody vai parar em um sanatório, está pessoa por muito pouco não mata a pobre criança, o que pra mim reforça muito mais a ideia de que aquilo que a gente não domina a gente elimina, joga pra baixo do tapete, pense a respeito.

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quinta-feira, 12 de novembro de 2020

O diabo de cada dia| Que diabo de filme foi esse?!

novembro 12, 2020 0

 Oi gente que gosta de filmes bizarros, cês tão bonzinho?

É claro que eu não poderia deixar de falar de um dos mais badalados filmes do mês né, será que valeu a pena assistir esse trem? Se você está curioso pra saber então simbora.


Título: The devil all the time
Formato: Filme
Baseado em: Romance de 2011 de mesmo nome, escrito por Donald Ray Pollock
Ano produção: 2020
Duração: 2h 18m
Dirigido por: Antonio Campos
Gênero: Thriller
Elenco: Tom Holland, Bill Skarsgård, Riley Keough, Jason Clarke, Sebastian Stan, Haley Bennett, Eliza Scanlen, Mia Wasikowska, Robert Pattinson

Sinopse

Em um lugar tomado por corrupção e violência, um jovem enfrenta figuras sinistras para proteger quem mais ama. (Sinopse retirada da Netflix).



O filme 

Com um elenco pra lá de aclamado O diabo de cada dia não é bem o que a expectativa espera.
Quando digo não é o que expectativa espera me refiro ao próprio diabo, aquele com rabo e chifre que a gente bem conhece dos filmes sobrenaturais rsrs.
Mas brincadeiras a parte o filme vem recheado de duras críticas a religiosidade, assim como parece arrancar das sombras as bizarrices que o ser humano é capaz de cometer e embora não esteja ligado ao sobrenatural o filme se apropria de toda maldade que somente alguém muito ligado a força maligna pode realizar.
É um filme de cenas fortes que conversam muito bem com seu roteiro.
Confesso que em muitos momentos fiquei chocada com o andar da carruagem, tentando assimilar o porque dos acontecimentos, que não acontecem de maneira linear é verdade, mas que estão completamente interligados dando sentido ao filme.
Acredite este filme é composto por um emaranhado de atrocidades.



O diabo de cada dia para mim segue revelando sentimentos obscuros da raça humana, e quando digo isso não generalizo é claro, mas é fato de que todos sem exceção temos aquele monstro mau que preferimos guardar no armário, uns são mais nocivos que outros é verdade, mas em algum momento ele acaba surgindo para nos confrontar.
Achei um filme que proporciona profundas reflexões mas definitivamente não é meu tipo de filme favorito.
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sábado, 24 de outubro de 2020

Comentando| A maldição da residência Bly

outubro 24, 2020 0

Sabem eu fico muito feliz quando me deparo com produções como esta...

Olá seus lindos tudo bem com vocês?! Espero que sim.

Como já viram no título vamos papear um pouquinho sobre A maldição da residência Bly, criada por Mike Flanagan, mesmo criador de A maldição da residência Hill, esta nova série pode se resumir em: quem gostou, gostou, mas quem não gostou...


Título: The Haunting of Bly Manor
Ano: 2020
País: EUA
Episódios: 9
Temporada: 1
Gênero: Drama/ Terror 
Criador: Mike Flanagan
Elenco: Victoria Pedretti, Oliver Jackson-Cohen, Amelia Eve, T'Nia Miller, Rahul Kohli, Tahirah Sharif, Amelie Bea Smith, Benjamin Evan Ainsworth, Henry Thomas

Sinopse 

Morrer não quer dizer partir. Uma babá adentra um mundo de segredos sinistros neste romance gótico.
(Sinopse retirada do streaming vermelhinho)



A série

Antes de falar de fato sobre as minhas percepções sobre a série quero fazer um desabafo:
"Tenho observado dois comportamentos na rede que tem me deixado um tanto chateada, é claro que cada um tem sua opinião e claro devemos respeitar as mesmas, afinal vivemos em uma democracia, mas... As pessoas tem desqualificado muitos bons filmes e até mesmo boas séries simplesmente porque não corresponderam a sua expectativa, e com A maldição da residência Bly não foi diferente, quem assistiu A maldição da residência Hill que inclusive foi uma produção muito f*** teve o privilégio de conhecer um pouco o trabalho do Flanagan, mesmo assim uma galera encheu as redes falando que a nova série não era boa pois não era de terror, poxa vida né, e não bastasse o que mais se vê em grupos de cinéfilos por ai é a dura crítica a respeito das pessoas que analisam os filmes e séries pelo que eles são e não pela sua expectativa pessoal, com isso penso como as pessoas tem assistido filmes e porque tem feito? " - Desabafo feito podemos continuar.


Embora A maldição da residência Bly tenha sido vista por muitos como uma continuação da residência Hill, não irei criar este link a entre as duas, isso deixará de lado as comparações.
Residência Bly vem em forma de conto e como toda boa história sua narrativa nos envolve do começo ao fim, Mike Flanagan sabia mesmo o que estava fazendo.
Além de um elenco impecável o roteiro foi muito promissor afinal seria impossível não sentir empatia pelos irmãos Flora e Miles, que tornaram toda a trama esplendida.


A grande jogada muito bem explorada por Flanagan é a existência de fantasmas internos, se você espera aquele terror que te faz saltar os olhos definitivamente essa não é a proposta aqui, o que torna A mansão Bly muito mais aterrorizante, afinal TODOS temos lá no fundo da alma algo que nos assusta e aprisiona, isso para mim foi crucial nesta produção.
Todos os personagens são apresentados minuciosamente trazendo sua essência pra trama, tão quão cada um de nós, com medos, expectativas, dores e tristezas.
E claro Flanagan apostou naquilo que já havia dado certo trazendo os mesmos fantasmas escondidos o que reforça a ideia de que só podemos enxergar nossos fantasmas se olharmos bem.


Diante destas questões e de uma produção tão cuidadosa posso dizer que sim A maldição da residência Bly é tão linda e intensa como se propõem, um trabalho incrível que merece sim todos os méritos. 
 
E embora não exista a intenção de uma segunda temporada não considero isso como perda, já tivemos o suficiente.

Que Mike Flanagan continue nos presenteando com sua produções.







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sábado, 3 de outubro de 2020

Revolutionary Love | Porque é bom?

outubro 03, 2020 0

 Ahhh o amor!!! Que seria de nós sem o amor!?

Muito provavelmente nós dorameiras dormiriamos melhor e queimariamos menos panelas de arroz assistindo aos doramas não é verdade? Afinal quem nunca?

Hoje vamos falar de um dorama diferentão, que mesmo quebrando o padrão, conquistou meu coração 😍.



Titulo original: Revolutionary Love
País de origem: Coréia do Sul
Ano de lançamento: 2017 na Coréia e 2020 na Netflix Brasil 
Episódios:16
Duração: 60 minutos
Elenco: Choi Si-wonKang So-raGong Myung 
Gênero: Comédia romântica 

O dorama

Se prepare para conhecer a história de Baek-Jun uma jovem de personalidade fortíssima que acumula várias experiências profissionais por trabalhar em diversos empregos de meio período, dona de si ela não é do tipo que baixa a cabeça o que acaba por encher de preocupação o vizinho do andar de baixo Know Je-hun, um executivo envolvido até o pescoço com as trapalhadas de Byun Hyuk um riquinho desajeitado que promete agitar a vida desse dois.



Porque é bom?

Mesmo apresentando Love no título este dorama definitivamente não é daqueles cheio de amorzinho olhares vagos e romance docinho, Revolutionary Love é uma comédia muito bem estruturada que fala sobre temas muito importantes com muito bom humor e leveza, mas isso também não quer dizer que não exista amor, claro que existe, mas aqui definitivamente ele se emprega de outra forma.


Ai você pode estar pensando: Nossa mas se não tem romance docinho então não vale a pena assistir! 
Para! Acredite, nem só de romance docinho se forma uma dorameira raiz, mesmo que Revolutionary Love tenha seguido um caminho não tão convencional em nada sua qualidade foi diminuída chegaria até a dizer que de fato apresentou um conteúdo muito inteligente ao seu público, o que raramente  é visto por ai.
Bom mas vamos ao que interessa!



Revolutionary Love é um dorama muito divertido que traz uma dura crítica ao sistema trabalhista, ao mesmo tempo em que deixa claro o abismo que separa ricos de pobres, claro que dentro da realidade cultural coreana, mas que pode facilmente ser aplicada também à nossa realidade.
Dessa forma vemos Baek-Jun lutar pelos seus direitos a medida em que enfrenta vários obstáculos, enquanto Je-hun se rende aos caprichos do sistema para manter sua sobrevivência.
O tema é tão complexo e pertinente que ao mesmo tempo que causa indignação pela quantidade de injustiças que acontecem traz também a clareza sobre um tema tão presente na sociedade mas que a gente simplesmente ignora.



Neste ponto preciso dizer que a atuação dos personagens é muito boa, a ponto de fazer com que a gente sinta na pele suas emoções e olha que isso foi colocado a gosto nesse drama.
SIM! Aqui temos um triangulo amoroso de encher o coração, e claro isso tem papel fundamental durante a trama porque a gente fica indeciso na torcida e na expectativa de quem será o sortudo, mas embora exista essa situação como disse anteriormente o dorama não se prende muito a essa questão, tudo segue acontecendo naturalmente.
Eles que lutem, não é mesmo?



O fato é que neste drama o amor é a chave para a  mudança de Hyuk e Je-hun, por isso o amor revolucionário, e de fato enxergar o amor com essa potencialidade foi algo muito bonito de se ver.
Além de que tudo neste dorama merece elogios, o figurino, trilha sonora, fotografia, efeitos visuais, roteiro, OST e tudo que compôs esta produção, incluindo escolha de elenco e direção.

Acredite se você assistir com carinho vai perceber todas essas qualidades e ainda mais.

Criticas


E claro como é de se esperar nem todo mundo vai concordar comigo ao ler este post, mas quero humildemente rebater uma crítica que li sobre este dorama de forma justa e sensata.
Um post classificava como "dorama péssimo" o Revolutionary Love simplesmente porque a pessoa achou o casal protagonista sem sal, mas peraê...
Gente vamos analisar isso de forma inteligente, com tantos acertos no roteiro, com uma abordagem tão significativa sobre as diferenças entre classes sociais definir como péssimo foi um pouco de mais, faltou sensibilidade ai.
Claro que o casal secundário tem sim MUITO mais romance explicito e isso foi proposital, eles apenas estavam vivendo um amorzinho convencional daqueles de dorama fofinho, a proposta do triangulo amoroso principal era outra totalmente oposta e dentro dessa proposta o romance foi sendo conduzido de maneira coerente e aceitável.
Sendo assim penso que quando nos colocamos nas mídias sociais pra nos posicionar sobre determinado assunto precisamos de fato ao menos saber interpretar aquilo que está sendo transmitido pelo produtor do conteúdo do qual vamos falar, sendo justos e não generalizando e tachando como péssimo só porque eu não gostei de um detalhe ou não compreendi direito o que estava sendo dito né.

Bom meus mores espero que tenham gostado, me conta ai se você já assistiu e o que achou desse drama.
Um beijin.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2020

A Casa de Cera - Um Clássico dos anos 2000

outubro 02, 2020 0

A Casa de Cera (House of Wax)




Ano: 2005

País: EUA/Austrália

Duração: 113 min

Gênero: Terror/Slasher

Diretor: Jaume Collet-Serra

Elenco: Elisha Cuthbert, Chad Michael Murray, Paris Hilton, Jared Padalecki, Jon Abrahams, Robert Ri'chard, Brian Van Holt, etc.

Sinopse: Um grupo de amigos da faculdade está a caminho de um jogo de futebol quando, em uma cidade fantasma, o carro quebra e são obrigados a procurar auxílio no único lugar que está aberto: o museu de cera local. Eles ficam impressionados com a perfeição das esculturas e logo percebem a razão de tanto realismo...

Onde assistir: Netflix



Olá pessoal, estava meio sumido mas depois de reassistir esse clássico do terror, não poderia deixar de vir indicar ou relembrar ele pra vocês. Como alguns sabem, sou fã do gênero terror, e de quase todos seus subgêneros. Aqui temos um exemplar do ''slasher'' (aonde basicamente um assassino psicopata persegue e mata um grupo de pessoas) na sua mais pura essência. Já havia assistido esse filme apenas uma vez, mas há anos atrás, portanto não lembrava dele em detalhes, apenas algumas cenas aleatórias... mas lembro que eu havia gostado bastante. E revendo ele só me confirmou o quanto ele é bom e o porque de amarmos tanto esse gênero. 


Dirigido pelo excelente diretor espanhol Jaume Collet-Serra, que também dirigiu o ótimo A Orfã de 2009 e o interessante Águas Rasas de 2016.

Temos um elenco inicial de 6 amigos, os quais são Carly (Elisha Cuthbert/Show de Vizinha), Nick (Chad Michael Murray/da série Dawson's Creek), Paige (Paris Hilton/ela mesma, aquela patricinha socialite rs), Wade (Jared Padalecki/o Sam Winchester da série Supernatural), Dalton (Jon Abrahams/Todo Mundo em Pânico) e Blake (Robert Ri'chard/Coach Carter - Treino Para a Vida). Entre eles temos dois casais, Carly e Wade e Paige e Blake. Nick é o irmão rebelde de Carly, o qual constantemente se estranha com a irmã e seu cunhado.

Como a sinopse já diz, os amigos estão a caminho de um jogo de futebol, até que o carro deles quebra e eles são obrigados a ficarem na cidade de Ambrose... onde são recepcionados pelo mecânico Bo Sinclair (Brian Van Holt/Códigos de Guerra). Daí em diante deixo pra vocês assistirem, já que as surpresas e bizarrices do filme são tantas. A primeira hora do filme pode até faltar um pouco de acontecimentos, já que ela é focada em mostrar a personalidade dos personagens e a chegada deles àquele lugar estranho. Porém assim que descobrimos o que está acontecendo naquela cidade, as coisas tomam um rumo totalmente inesperado e desesperador para eles e também para nós que estamos assistindo.

          

O filme abusa do sangue e das cenas e mortes violentas, a maioria até mesmo bem criativas, como todo fã de terror gosta. As atuações não são um primor mas também ao meu ver não ficaram devendo... até mesmo a Paris Hilton não fez feio (isso pra mim e outras críticas que li, mas lá nos EUA ela ganhou o Framboesa de Ouro pela atuação kkk).

E o final nos sugeriu até que poderia ter uma continuação... mas até hoje nada. Seria pedir demais lançarem ? Ou tem clássicos que não se devem mexer né ? Cada fã tem seu pensamento quanto à esse tema rs.

Destaque também pra trilha sonora embalada pelo rock'n'roll de bandas como Deftones, Disturbed, Joy Division, Marilyn Manson e My Chemical Romance com a clássica ''Helena'' tocando nos créditos finais.

Portanto considero esse filme uma obra obrigatória para os fãs do gênero... não à toa após seus 15 anos de lançamento até hoje é cultuado por mim e por muitos...



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segunda-feira, 21 de setembro de 2020

#Alive - Porque é bom?

setembro 21, 2020 0

Oi gente tudo belezinha?!
Hoje nós vamos trocar uma ideia sobre um filme coreano que veio bem a calhar trazendo uma nova perspectiva ao mundo pós apocalíptico.
Se você está ainda meio desolado pelo baixo desempenho de Invasão Zumbi 2, continua aqui comigo que vai valer a pena.




Titulo: #Alive
País: Coréia do Sul
Ano produção: 2020
Duração: 1h 39m
Dirigido por: Cho Il-Hyung
Gênero: Thrillers
Elenco: Yoo Ah-in, Park Shin-hye

Sobre o filme

O filme conta a história de Joon-woo, um gamer que vê sua vida virar de ponta cabeça ao perceber que algo de errado não está certo.
Ao olhar pela janela do seu apartamento ele vê tudo o que conhecia se transformar em um tremendo caos, um vírus desconhecido está transformando pessoas em monstros horripilantes e agora ele que lute.



É bom?

Depois de me decepcionar bastante com a continuação de Invasão Zumbi (Trem para Busan), confesso que não esperava que algo bom surgisse baseando-se mais uma vez nos monstrengos horrorosos que a galera tanto ama, até que assisti #ALIVE.
Para mim foi uma excelente surpresa, pois mesmo se utilizando do mais puro clichê thriller o filme vem com uma perspectiva muito interessante em vários aspectos.
Sem sombra de dúvida este filme é um destaque positivo.
Para quem está acostumando a ver personagens o tempo todo fugindo de zumbis, ou buscando comida e  local seguro #ALIVE é meio que uma quebra desse padrão, sem correria, ou fugas o filme reforça ainda mais o mundo particular do protagonista que a princípio parece completamente alheio a confusão.



Isso acontece porque Joon-woo já demostra um certo isolamento ao se perder no mundo da realidade virtual, o que se potencializa quando ele se vê completamente preso dentro de casa vendo a vida passar pela janela, e como o filme reforça isso positivamente! É impossível não sentir a claustrofobia vivenciada pelo protagonista através do posicionamento da câmera que sempre parece o encurralar  em espaços minúsculos aumentando ainda mais nosso desespero.
Outro ponto mega inteligente e bem explorado pelos produtores deste filme são as tecnologias,  drones, video game, redes sociais, walkie talkie, que elevam este filme a um outro patamar em comparação a tantas outras produções.



O filme demonstra foco e objetividade, sem enchimento de linguiça, não conta com muitos personagens e mesmo assim torna-se completo sem a necessidade de invenções extremamente mirabolantes para chamar nossa atenção, além de trazer reflexões muito pertinentes.
É claro que entre tantos acertos o filme da sim algumas escapadelas, mas nada que atrapalhe nossa experiência com relação a trama.
Em tempos de pandemia onde o isolamento social ainda se faz necessário foi interessante ver este tema ser abordado  através de outra perspectiva tão mortal quanto a que temos enfrentado.




Eu realmente gostei bastante da proposta desta trama que mistura aquilo que já era bom com um universo um tanto alheio aos filmes do gênero.

APROVEI.

E você já assistiu? Conte-me o que achou aqui nos comentários.


PS: Quando me referi a falta de correria e fuga no filme me referi ao protagonista, parece que de fato ele vivia em um mundo particular e assistia ao caos através da janela de seu apartamento, dando a entender que ele parecia não fazer parte daquele acontecimento, é claro que como todo bom filme de zumbi existe sim uma movimentação mas ainda assim ela trás algumas peculiaridades diante das outras produções com a mesma pegada.






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domingo, 6 de setembro de 2020

Invasão Zumbi 2 - Península | O que esperar da produção?

setembro 06, 2020 0

Invasão Zumbi 2: Península ganha dois novos pôsteres - NerdBunker

Olá meu povo ceis tão bonzinho?

Hoje nós vamos falar sobre a mais esperada estréia que tanto gerou expectativas nos fãs de filmes coreanos.

Depois da visão inovadora de Invasão Zumbi, vemos sua continuação chegar a telinha e claro como de costume bate aquele receio de que a continuidade seja inferior em relação a primeira trama, então sem mais delongas vou contar pra vocês o que eu achei.

Titulo: Invasão Zumbi 2: Península
País: Coréia do Sul
Ano produção: 2020
Duração: 1h 54m
Dirigido por: Yeon Sang-ho
Gênero: Drama
Elenco: Gang Dong‑won, Lee Jung-hyun


Sobre o filme

Quatro anos após o catastrófico episódio no trem para Busan, um grupo de sobreviventes coreanos tenta levar a vida em Hong Kong onde conseguiram refúgio, dentre eles Jung Seok e seu cunhado Chul-min que acabaram perdendo sua família durante a fuga, cansados das humilhações sofridas por serem associados ao evento de contagio em massa os dois juntam-se a um grupo que tem como missão realizar o resgate de um caminhão recheado de dólares que encontra-se na Coréia, a partir dai precisam lutar por sua sobrevivência. 

Invasão Zumbi 2: Península ganha dois novos pôsteres - NerdBunker

Bora comentar

Antes de comentar sobre as peculiaridades da sequência mais esperada da vida vamos relembrar um pouco sobre o inicio...
Invasão Zumbi 1 conta a história de um homem muito ocupado que não consegue dar a atenção que sua filha merece, então no dia do seu aniversário a menina decide visitar a mãe em outra cidade e ai começa a dura viagem, no mesmo trem que ela, viaja uma mulher infectada por um vírus que mais tarde irá transformá-la em zumbi.
O primeiro filme foi surpreendente, excelente roteiro, excelente elenco, excelente produção, reflexões profundas, além de um toque inovador que encheu os olhos de quem assistiu, mas... O mesmo não aconteceu em sua sequência.

Invasão Zumbi 2: Península | Filme ganha data de estreia e primeiro pôster

Invasão Zumbi 2 de fato não traz a mesma sensibilidade que o primeiro filme, mas isso estava previsto pois, diversas mídias deixaram claro que a ligação entre os dois filmes seria apenas a contaminação e os zumbis e de fato foi assim que aconteceu.
A sequencia vem cheia de excessos e um roteiro raso, como expliquei na sinopse a trama gira em torno do resgate de um caminhão cheio de money que parecia ser a promessa de uma vida melhor para o grupo de refugiados coreanos, mas não existem muitas explicações a respeito e a questão parece se perder no meio da trama mesmo estando presente nela até o fim.
Tudo tem um porque neste filme, cenas do inicio se conectam com as cenas finais e se quiser acompanhar a trama e não perder nenhum detalhe é bom não tirar os olhos da TV pois, o filme é dinâmico do começo ao fim, cheio de acontecimentos e qualquer deslize te faz perder o fio da meada.
O elenco cumpre o papel a que se propõe, nem mais nem menos, mas talvez a velocidade da trama faça com que eles pareçam um tanto apáticos.
Falando em velocidade, se você gosta de Velozes e Furiosos vai se familiarizar bastante ao filme  coreano que traz uma dinâmica automobilística bem empolgante.

Invasão Zumbi 2: Península Dublado Online - Filmes Online Grátis BR

Quanto a fotografia (imagens) percebesse várias vezes os excessos da computação gráfica o que em alguns casos embelezam as cenas, mas em outros tornam as coisas um tanto esquisitas.
No geral os personagens pouco se desenvolvem a ponto de criarmos empatia pelos mesmos, e definitivamente mesmo com uma potencial reflexão embutida nos últimos momentos a maneira como foi apresentada não pareceu tão fiel a mensagem que tentaram passar.

Mas afinal é bom ou não é?

Para que eu possa responder preciso deixar claro que é impossível usar o primeiro filme como parâmetro em qualquer que seja o aspecto pois, são muito diferentes, então...
Considero toda produção cinematográfica uma representação da arte, algumas nos proporcionam sensações profundas e não é o caso deste filme.
Invasão zumbi 2 traz elementos visuais muito agradáveis do ponto de vista produção, mas peca ao apresentar um roteiro raso sem muito que nem porque.
Pra quem criou um mar de expectativas foi um filme decepcionante, mas há quem tenha gostado da nova roupagem utilizada.
Eu particularmente achei que a boa proposta apresentada no primeiro filme foi utilizada de uma maneira meio confusa em sua sequência, o que acabou não me agrando tanto infelizmente.
Mas e você o que achou? Me conte aqui nos comentários.








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