segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Dicas para deixar de ser como os outros querem que você seja

Você é uma pessoa que vive em função da opinião dos outros ? Ou até mesmo não consegue tomar suas próprias decisões porque sofre sempre algum tipo de influência ? Então você precisa realmente ler este post.


Meus queridos resolvi trazer este post porque sim eu tenho conhecimento de causa sobre o assunto, e se não tomar cuidado acabo caindo nesta armadilha.
Até que ponto devemos permitir a influência de outras pessoas em nossa vida ?
Confesso que não há nada mais desagradável de que você se sentir impossibilitado de colocar sua vida na rota que escolheu seguir porque não consegue lidar com os palpiteiros de plantão, isso nos torna prisioneiros de nós mesmos vivendo uma falsa liberdade.





Uma das coisas que me deixa perplexa é entender como pessoas que deveriam se preocupar com o rumo da sua própria vida tem tanta pré-disposição a se preocupar com o que eu devo ou não devo fazer.
Ao longo dos anos, exatos 27 anos lidei com vários tipos de pessoas, aquelas que te animam e respeitam seus gostos, vontades e opiniões, aquelas que não levam muito em consideração o que você faz apenas te querem bem e aquelas que simplesmente querem viver a sua vida.
Digo com toda certeza que é muito fácil adoecer por conta de comportamentos alheios relacionados a nós, o último tipo de pessoa citado é o mais preocupante pois por mais que você seja livre em suas escolhas essas pessoas conseguem te aprisionar mentalmente e sim isso já aconteceu comigo.
Este último grupo de pessoas é um dos mais difíceis de se lidar pois não aceitam o não como resposta, entre outras palavras você será sempre amado enquanto fantoche, tentar quebrar essas linhas de pensamentos pode te render conflitos diretos que obviamente você  quer evitar, eu particularmente odeio conflitos com essa classe de pessoas.




Quando você perde o controle sobre suas próprias escolhas você deixa de ser quem é de verdade...



Dicas 

  • Aprenda a dizer não
 Um dos maiores desafios a ser enfrentado é aprender a dizer não, digo isso sem a necessidade de desculpas apenas não porque não.
Se aquilo que foi proposto de alguma forma te causou desconforto diga não sem medo, de maneira educada mas firme e não mude sua postura por nenhum jogo psicológico que a outra pessoa possa tentar fazer, acredite é libertador e não trará o apocalipse sobre sua vida, se a pessoa te respeita e compreende ela dificilmente se sentirá ofendida, claro que existem casos isolados de pessoas sem a menor noção e que provavelmente vão causar uma tempestade gigantesca por conta disso mas entenda a essas pessoas não vale a pena agradar de maneira alguma .

  • Não abra mão da sua opinião
Suas opiniões e vontades são parte daquilo que você é então deixe isso bem claro, não é  porque as demais pessoas do grupo querem comer lagosta que você é obrigado a comer também se esse não é um prato que lhe agrade.
Existem situações que obviamente quem vence é a maioria mas nem por isso deixe de expressar sua opinião a respeito do assunto.
Digo mais, quando o assunto for relacionado a sua vida a sua opinião é primordial e que os palpiteiros me desculpem, não permita que as pessoas decidam as coisas por você, existem momentos únicos na sua vida que talvez você jamais possa repetir, seja a escolha da sua faculdade, a festa do seu casamento ou o nome do seu filho, para essas coisas não cabem palpites faça da maneira que lhe traga prazer e boas recordações.

  • Opiniões podem ser importantes mas não determinantes 
 Talvez por estar presa a opinião dos outros você se impossibilitou de realizar suas vontades, é bem comum hoje em dia mulheres que não cortam o cabelo porque o namorado não acha bonito, que absurdo.
A opinião de terceiros pode e deve ser ouvida mas ela não deve determinar a realização das suas vontades, não é porque seu namorado prefere cabelos longos que você precisa acatar este  tipo de cabelo, uma pessoa que te ama precisa te aceitar como você é com sua personalidade e ponto.
Então mude, realize ninguém tem que meter o bedelho nas suas escolhas.

  • Aprenda a usar o comum acordo 
Se a sua escolha interfere também na vida de outra pessoa procure argumentar para que exista um comum acordo não vá cedendo logo de cara as vontades da outra pessoa, isso é comum entre casais não devemos fazer apenas o que nosso marido gosta as nossas vontades ficam onde?
Agora quando o assunto é relacionamento interpessoal vale a pena por na balança os critérios deste comum acordo, se eles não te trouxerem dano vale tentar, isto não é ser egoísta é ter personalidade.

  • Não tenha medo de ser você mesmo
Se você vive aprisionado em seus medos por não querer afastar algumas pessoas da sua vida e isso te transforma em alguém que você não é pense por um segundo, se essas pessoas não aceitam que você é humano e tem suas próprias vontades e necessidades elas merecem estar na sua vida ?

  • Avalie seus limites
Pare e pense, o que é inaceitável para você ? As pessoa a sua volta respeitam isso ?
Eu particularmente não gosto de ser obrigada a fazer o que não quero um exemplo é estar numa festa onde existem pessoas que não me fazem bem, quem disse que eu sou obrigada a aceitar isso?
Cada qual sabe seus limites e eles precisam ser respeitados inclusive os seus.

Alguns sinais reveladores de que você está imerso na vida dos outros incluem: ou você é passivo ou agressivo, e recebe pouco ou nada em troca; você parece nunca ter diversão; você está constantemente controlando ou sendo controlado; você geralmente esta com pressa, aparentemente por razão nenhuma.
Nunca ache que o mundo irá desabar só porque você não agradou alguém. Existem sempre novos amigos a se fazer. E se o “amigo” que você estava tentando agradar lhe abandona porque você não fez o que ele queria, ele não é seu amigo, e foi bom que ele tenha lhe abandonado. No entanto, sempre deixe a porta aberta, caso esse seu “amigo” perceba o erro que ele cometeu.
Seja persistente. Se esse é um hábito que você sempre teve, não será fácil superá-lo. Tenha sempre consciência dos seus atos para que você perceba quando está sendo submisso, e tente parar o mais rápido possível. Eventualmente, a sua submissão será um hábito que você irá moderar quando a situação exigir que você seja mais flexível. No resto do tempo – faça as coisas do seu jeito.











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